
Ao ser informado o crescimento de 4,2% da economia brasileira no primeiro trimestre de 2011, vários economistas correlacionaram o crescimento ao risco que o Brasil corre em caso de uma contínua aceleração da economia, principalmente o risco de inflação, onde a cada dia o consumidor ganha mais confiança, e se endivida mais e mais, principalmente com cartão de credito e financiamento a longo prazo.
A aceleração econômica é sinal de mais empregos, maiores investimentos nas empresas e maiores salários, frear a economia seria contraditório a tudo que precisamos no momento, e ações como aumentar IOF sobre gastos no cartão de crédito fora do país e sobre captações de recursos no exterior não são fatores significativos para controlar gastos realizados com créditos.
O brasileiro não vai parar o consumo pelo simples fato de um maior custo financeiro, isso é questão educacional, é o perfil do brasileiro. O fato é que, escutamos muito o que é falado fora do Brasil, principalmente o que é divulgado em sites conhecidos como Financial Time entre outros, onde os mesmo dizem que o crescimento acelerado brasileiro poderia gerar bolha no mercado, mas lembrando que, a bolha norte americana cresceu devido a pagamento de dividas com papeis que não foram quitados, muito diferente do mercado brasileiro, que atualmente cresce em produção e infra-estrutura e não em especulação.
De fato, o governo brasileiro precisa ficar atento com relação à inflação e principalmente infra-estrutura, mas não a ponto de desacelerar a economia, existem ações que podem controlar a inflação, encontrando equilíbrio entre importação e exportação, incentivando investimentos para produção, criando infra-estrutura, diminuído gastos do governo e realizando a tão sonhada reforma tributaria. Desacelerar a economia e sinal de ajuda a paises como EUA e Inglaterra que querem ser reerguer pós-crise.
Juliano Lopes